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UBC se torna membro ordinário da Scapr
Publicado em: 10/06/2019

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Sociedade de gestão coletiva de direitos conexos (músicos e intérpretes) tem atuação internacional e facilita o intercâmbio de informações entre diferentes associações, o que ajuda a melhorar os pagamentos

De São Paulo

É oficial. A UBC passou a integrar uma nova organização internacional que congrega sociedades de gestão coletiva, a Scapr, ou Conselho das Sociedades de Gestão Coletiva de Direitos de Intérpretes e Músicos. Como o próprio nome da entidade revela, seu foco é nos direitos conexos. Com sede em Bruxelas e 59 sociedades de 42 países entre seus afiliados, a Scapr realizou pela primeira vez sua assembleia geral no Brasil, mais precisamente em São Paulo, nos últimos dias 13 a 17 de maio. Sua principal função é facilitar a cooperação, os acordos e as trocas de dados e informações entre sociedades de gestão coletiva de diferentes nações, garantindo a ampliação das remunerações aos intérpretes de música em nível global.

Foi durante a assembleia geral que se deu a efetivação da UBC como membro ordinário, ou seja, com direito a voto — e também a ser votado —, além de maior participação e responsabilidade nos grupos de trabalho. 

“Um dos principais objetivos da UBC ao se tornar membro da Scapr é poder cooperar com as associações internacionais de direito conexo para ampliar a representação de nossos artistas, bem como participar e contribuir para a evolução dos processos de intercâmbio de dados”, afirma o gerente de operações da UBC, Fabio Geovane, que costurou a adesão da nossa associação à entidade internacional em fevereiro, durante uma reunião de trabalho em Tbilisi, capital da Geórgia. 

Para Geovane, as ferramentas e os serviços que a Scapr fornece a seus membros possibilitam uma melhor identificação dos titulares e de seus respectivos repertórios, o que acaba enriquecendo a base de dados das sociedades participantes. “A UBC já está desenvolvendo o sistema IPD, para identificação e troca de informações de titulares (de direitos conexos, ou seja, de intérpretes, músicos e editores). Na sequência, desenvolverá e participará da base de dados internacional de fonogramas, o VRDB”, conclui Fabio Geovane. 

LEIA MAIS: UBC se une a base de dados global para direitos conexos 


 


 


 

 



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