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Bella Schneider: parceria com Rick Bonadio e abraço ao mercado nacional
Publicado em: 16/06/2017

A cantora de 24 anos, revelada no “The Voice Brasil”, troca a Alemanha (terra do seu pai) por Pernambuco e deve lançar seu primeiro álbum até o fim do ano

Por Bruno Albertim, do Recife

Quando participou da edição 2015 do programa da TV Globo “The Voice Brasil”, ela impressionou milhares de ouvidos pelo Brasil. Um deles, especialmente. Revelação do novo pop brasileiro, Bella Schneider acaba de firmar uma parceria com o produtor Rick Bonadio, que, com mais de 30 anos de carreira, é um profissional que tem ajudado a escrever capítulos marcantes do pop-rock nacional — é dele, por exemplo, a responsabilidade pela ascensão do fenômeno Mamonas Assassinas, além de importante injeção de gás e criatividade às trajetórias de bandas como NX Zero e Charlie Brown Jr.

 Assita ao clipe de "Final Feliz"


O primeiro fruto da parceira já está disponível nas plataformas digitais desde o dia 24 de março, quando foi lançado o single “Final Feliz”. “Eu tinha mais de 20 canções lançadas, mas sempre de forma independente. Este é o primeiro lançamento em conjunto”, diz a pernambucana, que agora, mais do que nunca, assume o Brasil todo como pátria musical. “Desde que eu participei do 'The Voice', mudei muito minha cabeça. Antes, ficava muito na Alemanha (seu pai é de lá) porque não via muita possibilidade de ficar aqui”, lembra Bella, cuja mudança pessoal inclui também tornar o português sua principal língua de trabalho.

Nem sempre foi assim. “Eu já fiquei em terceiro lugar num concurso de novos compositores da
Inglaterra. Mas não escrevia música em português, porque achava difícil”, ri a cantora, que venceu ainda outro concurso de televisão no país, no quadro “Cante Outra Vez”, do igualmente global “Caldeirão do Huck”.

“Final Feliz”, o single lançado, é uma composição do mineiro Pedro Brandão cuja produção ficou a cargo de Bonadio e Fernando Prado. Uma letra embalada num pop de pegada roqueira pensada exclusivamente para ela, numa narrativa sobre diferenças e diferentes.

“Fala sobre amor, preconceitos, ser gordinho, magrela, gay, sobre ter amor próprio”, enumera, confirmando que a canção sintetiza seu estilo. Mas não em absoluto. “Gosto do pop, do rock, mas gosto de muitas coisas mais. Quero trabalhar com a eletrônica e trazer também até o maractu, de Pernambuco, de que gosto muito, para a minha música”, planeja a cantora que, aos 24 anos, tem um universo pela frente.

Sem nome ainda ou data para ser lançado, o primeiro álbum de Bella Schneider produzido por Bonadio deve chegar às lojas e plataformas digitais até o fim do ano.

 

 



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